O Aurélio diz: firmeza moral, coerência nos atos; honestidade; e num é que o danado sabe das coisas mesmo.
Há pouco tempo atrás, comecei a ler muito sobre “mentes psicopatas”, e aprendi muito sobre o comportamento de um psicopata, ou mais brandamente dizendo, sociopatas.
Fazendo um breve resumo do que ainda me lembro, até por razões óbvias, os “sociopatas” se vêem em primeiro plano de tudo, so demonstram sentimento por alguém (ou alguma coisa) quando isso lhes for útil, são capazes de manipular situações e pessoas, conquistam facilmente todas as pessoas a seu redor, mais não são capazes de manterem amizades longas, relacionamentos longos pois fazem de tudo para que não sejam descobertos. Não sentem pena, remorso ou qualquer outro sentimento.
Vale lembrar que esse “desvio” tem cura, mais pela capacidade de mentir, conduzir, enganar, quase nenhum deles conseguem ser diagnosticados, permanecendo do mesmo jeito pelo resto da vida.
Tendo em base no que eu li recentemente, com o que passei e com os fatos atuais, creio que minha suspeita foi confirmada, o que é muito triste, porém, é a vida.
Um belo dia acordei, começei a olhar de verdade, e ver que tudo aquilo que julgava “perfeito”, ou que seria pra vida toda, na verdade foi um aprendizado, um grande aprendizado eu diria. Essa historia de tentar mudar alguém até existe, desde que essa pessoa queira ser alguém de fato, o que não ocorreu.
Ninguém é perfeito, a vida é um eterno aprendizado e, sendo assim, temos que aprender em todas as situações, sejam elas boas ou ruins. Nós construímos a nossa felicidade, as pessoas podem até colaborar, mais as fundações, vem de nós mesmos.